Carta aberta ao Movimento Psicanálise, Autismo e Saúde Pública

Este texto é em resposta à Carta aberta ao Fantástico e ao Dr. Dráuzio Varella sobre a série Autismo: Universo Particular.

O Movimento Psicanálise, Autismo e Saúde Pública (MPASP) tem estado na luta para esclarecer vários equívocos midiáticos e no SUS, bem como apresentar o trabalho da psicanálise com autismo. Neste texto, coisas importantes como pensar no comportamento dos pais para com os filhos, afastar-se de qualquer prática segregacionista e também “viabilizar os modos singulares de ser das pessoas com autismo” (trecho do texto). São assuntos extremamente importantes e eu fico feliz em vê-los sendo tratados, principalmente por estudiosos de uma teoria que estuda, basicamente, os processos “intrapsíquicos”. Processos muitas vezes reducionistas e que levam equívocos que demoram a serem esclarecidos, como tratar o autismo como um transtorno puramente emocional, cuja responsável é a imago materna, que não soube dar afeto de maneira apropriada. A famosa “mãe geladeira”.

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